JESUS E ALEI DE MOISÉS


O Cumprimento da Lei (Mt. 5: 17-48)
“Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas: Não vim para revogar,
vim para cumprir.” (Mt. 5: 17)

                                   Cristo não veio anular, invalidar, pelo contrário a Lei e os Profetas continuam a vigorar, válido. Cristo veio cumprir a Lei, como ele mesmo disse.  

                                   Os Ensinos destilados em algumas igrejas que a Lei não mais esta em vigor, que Cristo cumpriu a Lei, e nós não mais precisamos cumprir a Lei, é um ensino equivocado, retrógrado. Inclusive eles ensinam que não mais precisa entregar o dizimo porque o dizimo é coisa da Lei e a Lei foi cumprida em Cristo, nós não precisamos mais cumprir a Lei. Como o Senhor Jesus disse: ‘É mais Fácil passar o céu e a terra do que cair um til da Lei’. (Lc. 16: 17)
 Se Lei de Deus precisa sofrer alterações, ou perder a sua validade a Palavra de Deus não é Eterna e nem Perfeita. Como o Próprio Senhor Jesus ensinou:

“Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra.” (Mt. 5: 18)

                   Jesus cita justamente a letra “i” a menor letra no alfabeto grego e hebraico, o “til” é um chifrezinho bem pequeno, que serve para identificar as consoantes, aprendemos que a Lei se cumprirá em todos os detalhes e pormenores.

                  Conforme Jesus falou que o Céu e a terra hão de passar, mas a Palavra de Deus se cumpre em todos os pontos, nem uma letra da Lei deixará de se cumprir. A Lei continua em vigor e se cumprirá. Paulo escreve: ‘Anulamos, pois, a Lei pela Fé? De Maneira nenhuma! Antes, Estabelecemos a Lei. ’ (Rm 3: 31)

                  Os Cristãos têm o Dever de cumprir e Ensinar a Lei nos mínimos detalhes, para que seja grande no Reino de Deus. Quem Violar o menor dos Mandamentos da lei ou adultera-lo será o menor no Reino. Quem não anda segundo a Lei anda segundo a carne, quem anda segundo a Lei anda segundo o Espírito (Rm. 8: 4).

                                   Esclarecemos que os Ritos Cerimoniais para a expiação de Pecados com Cerimônias que exigem sacrifícios de animais e ofertas de cereais; comemorações cívicas e sociais como festas, estas não são mais obrigatórias. Porque não sacrificar e nem trazer ofertas para remissão de pecados em Cerimônias Religiosas? O Sacrifício de Cruz que padeceu o nosso Jesus para extrair a maldição dos pecados sobre nós supera o sacrifício de animais e ofertas de cereais para remir pecados.    

“Porque, tendo a Lei a sombra dos Bens futuros e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam. Doutra maneira, teriam deixado de se oferecer, porque, purificados uma vez os ministrantes, nunca mais teriam consciência de pecado. Nesses sacrifícios, porém, cada ano, se faz comemoração dos pecados, porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire pecados.” (Hb. 10: 1-4)

                                Mas o sangue de Jesus nos purifica de todos os pecados (1ª Jo. 1:7), só é necessário cumprir os Padrões Morais da Lei e servir a Deus com Fé e com sinceridade de coração como o Senhor Jesus requer. (Gl. 2: 16,19) Vivamos em Comunhão com Deus com uma fé agradável e perfeita em nosso interior, abundando na Graça, enquanto no exterior vivamos de acordo com os Padrões Morais da Lei, com Bom testemunho levando uma vida inescusável.  

                                  Pela Graça de Deus somos perdoados quando transgredimos a Lei Estamos mortos para os males da Lei pelo Corpo de Cristo, agora somos dele, para que demos frutos para Deus (Rm. 7:4) Isso não quer dizer que não tenhamos que cumpri-la, mas servir a Cristo com Fé e permanecer a seu serviço é nossa obrigação e dever. Os Fariseus cumpriam a Lei num todo pelo que aparenta-nos e não poderia entrar no Reino dos Céus, nós temos excedê-los, ultrapassá-los cumprindo a Lei e servindo a Cristo.  (para entender melhor leia Romanos capítulo 6). 

O Homicídio (Mt. 5: 21,22)

                                   Cristo é mais severo que a Lei, alegando que quem matar está sujeito a Julgamento, e vai além alegando que aquele que sem motivo se encolerizar contra seu irmão também digno de julgamento. Cristo não admitiu nem insultos como exemplo chamar seu irmão de tolo. A Cólera representa um impulso violento contra aquele que ofende vai além da ira, de uma simples raiva momentânea. O Parecer de Cristo é justo, a maioria dos homicídios é causada por Iras provocadas e Insultos. Chamar com Cólera um irmão de louco ou Raca (Raca= Tolo, estúpido) é inadmissível. A boca fala do que o coração está cheio isto é resultado de falta de controle e fruto do Espírito, sinal que o Espírito do Senhor não está nele, e sim o maligno, é um Impulso descontrolado e violento que pode provocar maiores danos, por essa razão é digno do Inferno.

Paz com os Irmãos (Mt. 5: 23,24)

                                   Antes de qualquer oferta ao Senhor é preciso liberar o perdão para o seu próximo, é um modo de purificar o coração dispensando toda a ira duradoura contra o próximo; toda a magoa ou ressentimento, que são bagagens desnecessárias para nossa vida, que apenas servem para manchar nosso culto racional a Deus e nossa oferta. Quando perdoarmos nossos semelhantes recebemos o perdão de Deus, sim ficamos puros, limpos diante do altar do Senhor.(Mt. 6:9-15)

                                               Acordo com os Adversários (Mt. 5: 25,26)

                                   Não pagar o que devia naquele tempo resultava em cadeia. Não existe punição para credores, a menos que o credor abusasse, com usura (Dt. 23: 19/ Sl 15: 5), os devedores precisam devem pagar, ou pelo menos se por alguma razão justa esteja impedido de pagar, necessita no mínimo sentar com o credor e negociar pacificamente, havendo abuso, a parte que abusou pode ser punida por Deus ou pelos homens.
                                   O Mestre Jesus ensina a entrar em acordo com o adversário enquanto ele está no caminho, pois chegará um tempo que ele não estará mais no alcance para negociar. Chegando esse tempo será difícil uma negociação. O Servo de Deus é um negociador por excelência seguindo as orientações do Mestre Jesus, um Negociador que sempre aproveita as oportunidades, mesmo em tempo de crise mantém o credito e a confiança dos credores. Quem serve ao Senhor não pode cair no descrédito, desde que haja chance para o dialogo. Com o Jeová Jiré tudo é possui ao que crer (Lc. 1: 37).

O Adultério (Mt. 5: 27, 28)

                                   No Quesito Adultério Jesus é implacável, ficam patentes dois tipos de adultérios, 1- O Adultério na pratica, consumado, com o ato sexual consumado; 2) O Adultério Teórico, não consumado, por falta de oportunidade, mas realizado com a imaginação.

                                  No segundo o Adultério Teórico ou psicológico, dependendo as circunstancias se enquadra a Masturbação. Masturbar-se imaginando uma pessoa é um adultério não consumado (O Solteiro Fornica e o Casado Adultera), é o resultado de uma maquinação do coração projetada na mente (Pv. 6: 16-18). Este segundo tipo de adultério não estava tão explicito na Lei. Para Jesus basta cobiçar, desejar a pessoa já está cometendo um grave pecado, ir, além disso, é cometer um delito maior.

                                   O Adultério no pensamento aqui indicado por Cristo não é aquele pensamento que vem como seta maligna do diabo, e logo é dispensado por nós. Não é aquele pensamento quem vem de vez em quando, que recusamos prosseguir com ele.

                                   Indica o Pensamento permanente, o pensamento elaborado, o desejo projetado, é o desejo que é prolongado por nós por livre e espontânea vontade. O Olhar insistente e voluntário de desejos inconvenientes.

O Divorcio
                                                      
   A Carta de Divorcio os judeus entendiam que podiam entregar livremente sob quaisquer pretextos, o Amoroso Senhor Jesus apontou os pretextos que podiam ser Justos.

Apontou as Relações Sexuais ilícitas como motivo justo para a carta de Divorcio. Fora esse motivo expõe a esposa ao adultério, e quem casar com ela também cometerá adultério. Somente Relações Sexuais ilícitas podem justifica um divorcio. 
                                   
Os Juramentos (Mt. 5: 33-37)

                             Se Por ventura Jurar pelo Senhor, com a Verdade, ou fizer um juramento em caso de extrema necessidade, cuidando em cumprir e ser verdadeiro não peca. 
                                  O Verdadeiro Cristão não jura por ninguém e nem por nada, a Palavra dele é sim, sim e não, não. Se passar disso o SENHOR não está com ele. 

                                   Caso o nome do Senhor seja usado em vão, o SENHOR velará por seu Nome é terá quem jurou falsamente por inocente. (Êx. 20: 7)

                                   Alguns líderes religiosos costumavam a forçar a jurar pelo templo ou objetos sagrados, no entanto davam mais importância ao ouro do templo em caso de juramentos, eles eram mais enérgicos se as pessoas jurassem pelo ouro do templo e não cumprisse. Jesus reprova totalmente tal atitude. (Mt. 16: 23)

Amor aos Inimigos

                                   Até então uma única alternativa explicita para a vingança era, olho por olho, dente por dente, (Êx. 21: 24/ Lv. 24: 20/ Dt. 19: 21). Jesus torna explicita uma segunda alternativa, qual? Deixar Deus executar a vingança, pois a Vingança não nossa propriedade, mas pertence a Deus (Rm. 10: 30) para isso é preciso não resistir ao perverso e sempre servir (servir não no sentido de ser capacho) o adversário, fazendo assim estamos amontoando brasas na cabeça dele (Pv. 25: 21,22/ Rm. 12: 20). Afinal de contas Maior é aquele que serve, e não aquele que é servido. (Mc. 9: 34-37)

                                   Ouvistes o que foi Dito: Amarás o teu Próximo, e Odiarás o teu Inimigo... (Mt. 5: 43) Pois Bem! Jesus não disse ‘Está escrito’, de fato Odiarás o teu inimigo não está escrito em lugar algum do Velho Testamento, isso não é mandamento de Deus, foi um acréscimo na tradição dos judeus, ensinado nas Sinagogas, Jesus combate esse acréscimo, pregando o contrário:

“Eu, porém, vos digo: Amai vossos Inimigos e Orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos de vosso Pai Celeste, porque Ele faz nascer o seu Sol sobre os Maus e sobre os Bons, e vir Chuvas sobre os Justos e Injustos.” (Mt. 5: 44,45).

                                   Amar os Inimigos é uma estratégia de Guerra, a oração em favor dos Inimigos é uma Arma letal contra os principados, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais, nos lugares celestiais (Ef. 6: 12) estas entidades malignas citadas por Paulo, manipulam as pessoas para nos atacar e nos ferir, nossa guerra não é contra a carne e contra o sangue.

                                   A Oração de um justo é poderosa em seus efeitos, aniquila todas as obras satânicas, que oprimem as pessoas. Neutraliza as fontes de ataque ocultas, e abala a estrutura do Quartel General do Diabo. Orando por nossos ‘inimigos’ eles serão libertos de influencias malignas, e serão nossos aliados. Em situação de recusa de se aliar conosco, façamos sempre o bem, combatendo o mal com o bem, a pedra e dura tanto bate até que fura. Um dia se rende, com tantas bondades, favores imerecidos, benignidade, estaremos protegidos nas mãos do Altíssimo.   

                                       Fazendo Bem para quem nos faz o Mal, tornamo-nos verdadeiros Filhos do Pai Celestial, gozaremos de tantos privilégios! Que nem podemos contar ou calcular. Se Deus faz o seu Sol Brilhar sobre os Maus e sobre os Bons, manda sua chuva sobre os justos e sobre os injustos, quem somos nós para fazer o contrário.  

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